Plantel apresenta seu modelo P&D&I&E em seminário organizado pela Força Aérea do Chile

O seminário foi liderado pelo Dr. Alberto Monsalve, Vice-reitor de Investigação, Inovação e Criação da Usach, que destacou a importância da sinergia entre os mundos civil e militar.

Foto em primeiro plano de um piloto, visto da cabine de um avião azul e vermelho, com a bandeira do Chile e a inscrição 'Força Aérea" visíveis na fuselagem.

Con el objetivo de fortalecer la colaboración estratégica entre la academia y las instituciones de defensa, la Universidad de Santiago de Chile, a través de su Vicerrectoría de Investigación, Innovación y Creación (Vriic), presentó su modelo institucional de I+D+i+e, en el seminario de innovación realizado en dependencias de la Dirección Espacial de la Fuerza Aérea de Chile (FACH).

La actividad reunió a autoridades, investigadores y profesionales de ambas instituciones para compartir experiencias y explorar oportunidades de vinculación tecnológica, estratégica y productiva.

El evento fue inaugurado por el coronel de Aviación Héctor Contreras Cofré, director del Centro Espacial Nacional, quien destacó la relevancia del encuentro: “La Fuerza Aérea es una institución tecnológica, pero aún nos falta comprender profundamente qué es la innovación. En ese sentido, la experiencia de la Usach es valiosa para evaluar si vamos por el camino correcto y cómo mejorar nuestros procesos”.

Plantel apresenta seu modelo P&D&I&E em seminário organizado pela Força Aérea do Chile 

O seminário foi liderado pelo Dr. Alberto Monsalve, Vice-reitor de Investigação, Inovação e Criação da Usach, que destacou a importância da sinergia entre os mundos civil e militar.

 

Descripción de la imagen: Foto em primeiro plano de um piloto, visto da cabine de um avião azul e vermelho, com a bandeira do Chile e a inscrição 'Força Aérea" visíveis na fuselagem.

 

Pablo Mora

2 de setembro

Com o objetivo de fortalecer a colaboração entre a academia e as instituições de defesa, a Universidade de Santiago do Chile, por meio de sua Vice-reitoria de Investigação, Inovação e Criação (Vriic), apresentou seu modelo institucional de P&D&I&E durante o seminário de inovação realizado nas instalações da Direção Espacial da Força Aérea do Chile (FACH).

A atividade reuniu autoridades, pesquisadores e profissionais de ambas as instituições para compartilhar experiências e explorar oportunidades de vinculação tecnológica, estratégica e produtiva.

O evento foi inaugurado pelo coronel da Aviação Héctor Contreras Cofré, diretor do Centro Espacial Nacional, que destacou sua relevância no encontro: "A Força Aérea é uma instituição tecnológica, mas ainda precisamos compreender de forma profunda o que é inovação. Nesse sentido, a experiência da Usach é valiosa para avaliar se estamos seguindo o caminho certo e como melhorar nossos processos".

O seminário foi liderado pelo Dr. Alberto Monsalve González, Vice-reitor de Investigação, Inovação e Criação da Usach, que destacou a importância da sinergia entre os mundos civil e militar. "A união entre os dois mundos gera grandes benefícios, como visto em outros países. O conhecimento científico deve se tornar tecnologia, e, finalmente, em negócios sustentáveis. Nosso modelo busca, precisamente, isso: pesquisa, desenvolvimento, inovação e empreendedorismo como pilares integrados".

O Vice-reitor aproveitou para apresentar as capacidades científicas e tecnológicas da universidade, que hoje conta com mais de 400 pesquisadores, 1.000 publicações anuais, mais de 200 patentes e 7 spin-offs ativos, que são empreendimentos liderados por pesquisadores do nosso Plantel. 

A segunda apresentação foi ministrada por Leonidas Ibarra, diretor de Inovação e Empreendedorismo (Dinem), que detalhou como é gerido o ecossistema de inovação dentro da Usach: "Nossa universidade, com suas nove faculdades, possui uma capacidade de desenvolvimento muito diversificada. Hoje, não só pesquisamos, mas também gerimos consórcios, incubadoras e modelos de escalonamento, gerando um impacto real na sociedade".

Destacou o trabalho articulado com os setores público e privado, bem como a importância da mudança cultural no interior das instituições: "A inovação não é apenas criar tecnologia, mas também transformar processos, romper inércias e criar condições para que novas ideias possam surgir e se sustentar", afirmou.

Inovação pública: além da tecnologia

Por sua vez, Diego San Martín, coordenador de Inovação Pública da Dinem, concentrou-se no valor da inovação no âmbito público: "A inovação nem sempre se traduz em um produto. Muitas vezes, inovar em procedimentos, políticas e métodos pode gerar um impacto maior e mais direto na cidadania. Nossa estratégia baseia-se na colaboração, criatividade e avaliação do impacto".

Também destacou o papel da mensuração institucional como motor da melhoria contínua: "Medir capacidades e lacunas é fundamental. Na Usach, por exemplo, treinamos mais de 2.500 funcionários em inovação pública, formando mais de 250 embaixadores de mudança interna".

Empresas de base científica-tecnológica

Finalmente, Alex Ortega, gerente da Incubadora de Negócios Innovo-Usach, apresentou o trabalho realizado pela incubadora universitária e pelo modelo de apoio às empresas de base científica e tecnológica (EBCT): "As EBCT são essenciais para a transição de uma economia extrativa para uma baseada no conhecimento. Não se trata de empresas tradicionais: exigem maior investimento, tempo e especialização, mas seu impacto é exponencial", afirmou.

Além disso, destacou que a Innovo conseguiu posicionar empreendimentos em diferentes países e hoje trabalha com um portfólio estratégico de tecnologias com potencial mundial.

O encontro culminou com uma visita às obras do Centro Espacial Nacional (CEN), localizado em Cerrillos, cuja inauguração está prevista para o final deste ano. Com 90% das obras concluídas, este centro busca posicionar o Chile como um referente regional em tecnologia espacial, promovendo capacidades nacionais em observação terrestre, controle de satélites, análise de dados e empreendedorismo.

A infraestrutura —com 5.800 m²— incluirá laboratórios para o desenvolvimento de satélites, ciência de dados e inovação tecnológica, além de um centro de controle de missões. Também contará com supercomputadores de alto desempenho, capazes de processar grandes volumes de informações geoespaciais, reduzindo os tempos de análise de meses para horas.

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